Só falta uma vaga no grid da Fórmula 1 2011, e esta deve ficar com quem pagar mais por ela. Nos demais cockpits, poucas mudanças, alguma gente nova e até gente que volta. E ainda ficou gente boa de fora.
É assim que 2011 deverá ser para o brasileiro Felipe Massa. Mas mesmo que faça um bom campeonato, a Ferrari não deve ser a sua casa em 2012. Tenho alguns pensamentos sobre isto para dividir com vocês.
Foi com esta frase contundente, em recente entrevista, que o tetracampeão francês Alain Prost se referiu a situação de seu país na Fórmula 1. Será este também o nosso destino?
2010 já é passado para a Fórmula 1, mas, sempre tem um “vale a pena ver de novo”. Agora é a sua vez de deixar sua opinião sobre o que você achou deste campeonato prá lá de disputado.
Com Alonso e Webber irreconhecíveis, Vettel foi soberano nos Emirados Árabes e fez sua vitória incontestável se transformar no maior desejo da campeã Red Bull, seu primeiro título mundial.
Sem jogo de equipe e sem dar chance para ninguém, a Red Bull conquista o campeonato de construtores e adia a decisão do campeão do mundo para os Emirados Árabes com nada menos que quatro candidatos ao título.
Nesta semana de GP do Brasil, um humilde registro de um acontecimento extremamente importante para o automobilismo nacional: o 40º aniversário da primeira vitória brasileira na Fórmula 1 pelas mãos de Emerson Fittipaldi.
A Coréia do Sul estréia no calendário mundial com um GP bastante conturbado, perfeito para Fernando Alonso e, por isso, um pesadelo para a Red Bull. Na McLaren, sobrevida apenas para Hamilton. E a briga final fica resumida para três pilotos.
Vettel volta a vencer, faz dobradinha com o companheiro Webber e divide agora a vice-liderança do mundial com Alonso. Button e Hamilton se distanciam da disputa, mas todos vão ter de enfrentar o desconhecido circuito coreano, onde muita coisa poderá ser decidida.
Com mais luz que a pista de Cingapura, Alonso derruba o favoritismo da Red Bull, vence de ponta a ponta a prova noturna do calendário e chega à vice-liderança do mundial embalado para as últimas quatro etapas. A Ferrari, agora, me parece ter acertado na Alemanha.
Já que a marmelada acabou em pizza, nada melhor do que ter motivos para saboreá-la, e Alonso justifica a festa com a pole, a volta mais rápida e a vitória, depois de uma acirrada disputa com Jenson Button.
Webber achou a pole, enquanto Vettel achou Button pelo caminho, Alonso achou o muro e Hamilton encontrou mais uma vitória na temporada e assim assumiu a ponta do campeonato. O que eu achei? Uma corrida de verdade.
Começou como os grandes campeões.
O foguete austríaco Red Bull deixa seus “astronautas” como favoritos ao campeonato. Mas, como mostrou a história, não bastará apenas ter a nave nas mãos e pilotá-la até a conquista. Será preciso também deixar sua marca primeiro lugar.
Era para ser uma dobradinha comemorada como o ressurgimento do time vermelho na temporada, mas o que ressurgiu foram os ecos do episódio do GP da Áustria em 2002. E a Fórmula 1 perdeu, de novo.